terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Criação
E essa vida inconstante e passageira,
de gente que nao quer fazer sentido
eu sinto o vento e o deixo me invadir
respiro, expiro, me inspiro
E o muito de chorar,
E o muito de sorrir
E o muito de criar,
o mundo para ti...
E a cada dez pra cinco ensolarada,
os ponteiros ensurdecem e assustam
pra te lembrar que as mangas do teu casaco são curtas demais
para abraçar o mundo...
Esse estado de natureza
os lobos tendem a complicar
dificuldade a cada lua
o meu viver, o teu pesar
Fim de sociedade,
De volta pro meu lar.
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