segunda-feira, 28 de junho de 2010

SEU AMOR SOZINHO NÃO É O BASTANTE.


O príncipio da insanidade se confunde com o extremo da bondade.

E eu cheguei a beira do precipício. E você não faz ideia do quanto eu estou com vontade de pular.

"Eu perco o sono e choro, sei que quase desespero, mas não sei porque. A noite é muito longa eu sou capaz de certas coisas que eu não quis fazer. Será que existe alguém, ou algum motivo importante que justifique a vida pelo menos nesse instante?"

Nada faz sentido.
Essa agonia não passa.
E essa dor, que eu mesma me provoco, para não ter que pensar em mais nada, não é normal.

Normal é uma palavra que já não mais me pertence.

E tudo o que eu mais quero se resume em duas semanas paralisadas.
Duas semanas sem ouvir, sem sentir, sem falar, sem tocar, sem influenciar, sem viver.
Duas semanas de sono profundo, duas semanas de morte espontânea.

Quero algo que me reanime, como aquelas máquinas que fazem o coração voltar a bater.
Eu quero que o meu coração volte a bater!
Eu quero sentir o gosto de viver e planejar viver de novo.

Quero jogar essas noites sem sono e essas idéias suicidas no lixo.

Quer saber? Acho que não vou durar muito.

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